Afinal O Rei Leão é Live-Action ou não?

Depois da estreia do trailer fãs questionam se O Rei Leão deveria ser considerado um Live-Action.

Semana passada a Disney liberou para todos um trailer-teaser do live-action de O Rei Leão. O trailer deixou muitos fãs da história de Simba saudosos, emocionados e encantados com todo o trabalho, carinho e respeito que Jon Favreau mostrou no trailer.


Mas aos poucos começaram a surgir pela internet questionamentos se o novo longa da franquia deveria ser considerado um Live-Action.


Jon, o diretor do Live-Action ainda não se posicionou sobre os questionamentos, que não foram muitos deles, mas devido há muitos conhecidos meus me questionar, resolvi me posicionar sobre isso.


Primeiro, vamos do princípio básico do que seria um Live-Action. Mesmo que seja um termo muito conhecido na atualidade. Um Live-Action é uma produção com atores reais de uma animação ou livro/HQ/Manga.


Com isso em mente, vamos então ao nosso ponto. O Rei Leão é um live-action ou não?

Em minha percepção, sim! O filme é um live-action, só que foi realizado de forma computadorizada.


Afinal, no caso de um filme, que a produção lida inteiramente com inúmeros animais selvagens e com as atuais leis de proteção aos animais, não era viável levar ao Set milhares de animais no qual não teriam controle de suas ações.


Mas, filmar e registrar comportamentos dos animais necessários para o filme e criar seus comportamentos e ações de forma computadorizada em um ambiente real e sem mais tratos a esses animais, ainda deixa o longa na categoria live-action.


Se não, filmes que colocam grande parte cenas por efeitos especiais e até personagens completos junto com atores reais também não deveriam ser considerados live-action.


Devemos mudar um pouco nossa forma de pensar sobre certos tipos de conceitos na atualidade, digo isso, porque a tecnologia avançou tanto que nos permite criar de forma perfeita todos os traços descritos em um livro, manga ou animação.


Com isso, o conceito Live-Action deve ser repensado e evoluir junto com essa tecnologia e nós temos que ser mais abertos para essas mudanças e evoluir em conjunto. Afinal, quem fica parado acaba perdendo a graça da vida, e a constante evolução faz parte do ciclo da vida!

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